sábado, 27 de fevereiro de 2010
Metida a besta.
Comecei, finalmente, meu curso de inglês. Adorei a primeira aula e a ideia de fazer algo para mim. Estou confiante e muito animada. Vou meter pavor, só que agora bilingue.
As duras lições, as difíceis conclusões e o pulsar da vida.
É duro entender o que acontece. Se pudesse entender, acho que teria sofrido menos. Mas, se tudo soubesse nada seria novo ou bom para mim. Tive que aprender, não teve jeito. Grande parte da lição dolorosa foi responsabilidade minha. Confesso: eu precisa crescer, amadurecer e encontrar um caminho. Demorei muito pra sair da fase das grandes ilusões e dos grandes encantamentos e compreender que a vida é mais que um sonho, é um mundo que deve ser construído.
E foi uma passagem difícil, tive que expulsar demônios, superar medos e vencer meu orgulho. Tudo de uma vez só assustou-me, mas fiquei mais esperta, mais seletiva, mais centrada, mais certa de quem sou e o que quero.
Precisei de forças para encarar meu medo esses dias. E descobri que posso vencê-lo. Apesar de alguma expectativa, definitivamente sei que não quero me aproximar mais do monstro, não quero ser como ele!
Eu só precisava dessa certeza. Só isto. Não quero ser alguém que passa pela vida sem vínculos, sem uma história, sem algum estímulo. Não quero viver com medo de sentir, de sonhar e de ser feliz. Talvez esteja na contramão da contemporaneidade, talvez ninguém queira ser assim. Mas eu sou! Talvez assim, sofra mais por não me adaptar a tudo, não acatar tudo e não aceitar tudo como está só porque, simplesmente, está aí. Sempre fui rebelde. Até para amar me rebelo. Porque tudo isto que está aí já não me contenta.
E para ser sincera, mesmo não muito confiante na madame esperança, acredito que ainda há uma canção para ser escrita.
E foi uma passagem difícil, tive que expulsar demônios, superar medos e vencer meu orgulho. Tudo de uma vez só assustou-me, mas fiquei mais esperta, mais seletiva, mais centrada, mais certa de quem sou e o que quero.
Precisei de forças para encarar meu medo esses dias. E descobri que posso vencê-lo. Apesar de alguma expectativa, definitivamente sei que não quero me aproximar mais do monstro, não quero ser como ele!
Eu só precisava dessa certeza. Só isto. Não quero ser alguém que passa pela vida sem vínculos, sem uma história, sem algum estímulo. Não quero viver com medo de sentir, de sonhar e de ser feliz. Talvez esteja na contramão da contemporaneidade, talvez ninguém queira ser assim. Mas eu sou! Talvez assim, sofra mais por não me adaptar a tudo, não acatar tudo e não aceitar tudo como está só porque, simplesmente, está aí. Sempre fui rebelde. Até para amar me rebelo. Porque tudo isto que está aí já não me contenta.
E para ser sincera, mesmo não muito confiante na madame esperança, acredito que ainda há uma canção para ser escrita.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Paraíso fiscal.
No governo desgraçado do FHC os rendimentos para os investidores da BOVESPA foram de 2,5% aproximadamente. No governo surreal Lula, os rendimentos chegaram a 200%. Gente, vivo em uma paraíso fiscal. Faltam os drinques e furacões caribenhos. Viva la isla brasilis!!!!
O tempo.
Acho que um dos meus primeiros textos no blog foi sobre o tempo. Nem vou lá no arquivo procurar porque não quero ler velhos testemunhos. Eles tratam do passado, de outro tempo vivido. No momento só posso dizer que o tempo sopra a meu favor. Tenho quase tudo que quero e posso ter: alguns amigos maravilhosos, uma casa, um trabalho, ótimas recordações de viagens, festas, bares, faculdade, uma família pequena e barulhenta. O tempo depois de quatro anos fez-me ver que ao mudar a rota, dei um novo sentido pra mim. Aprendi a me bastar e correr atrás dos meus sonhos. Percebi que o amor quando é dado é bom, mas quando recebemos é maravilhoso. E entendi finalmente que aos 35 anos estou no melhor de mim, lendo muito, rindo muito, chorando muito, fazendo mil travessuras e sendo feliz
A Lu disse:
acredito em você porque sempre tem algo a dizer, para provar, para aprender, para conhecer...você passa pelas tormentas fazendo mais barulho que elas, sai mais forte e sempre pronta para novas tempestades.....é, uma amiga vê coisas que nós não enxergamos de vez em quando.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Estou sumida.
Sim, sumi. Muita coisa aconteceu, doença, volta ao trabalho, irritação, falta de saco, olímpiada de inverno, leituras e umas cagadas aqui e ali...rsrsrs. Meu pai estou fazendo cada barbaridade que nem me reconheço mais...rsrs. Deve ser fase pré-quarenta anos ou algum transtorno não identificado. Mas devagar retomo o blog...até.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Cowboy.
Não sei se você está no ar, na terra,ou em alguma highway, talvez na 61. Sei que quero notícias suas. Só pra saber com vai indo, a quantas rotações está o cowboy que de country não tem nada, talvez uma ou duas histórias pra contar...
Adoção.
Não sei se foi saudade do Vlad ou simplesmente pena por ver uma linda cadela solta nas ruas da city que deu uma vontade louca de adotar um cão. E fiz! Adotei Nina, uma senhora de 11 anos, loira e toda tímida. Ela ainda não se acostumou com a nova casa porque adora ficar na rua invadindo bancos e acompanhando velórios. Mas já está abanando o rabo para amigos e visitas. Tomou um bom banho, foi ao veterinário cuidar de um corte profundo no olho esquerdo, tomou vacinas e um remédio para o ouvido. Embora a rua seja o ambiente dela, aqui está mais segura e poderá curtir a velhice em paz. E eu já estou ouvindo latidos no quintal. Faz-me bem a companhia de cães, sinto-me extremamente acompanhada. Bem vinda Nina!
Assinar:
Postagens (Atom)


