sábado, 16 de julho de 2011

Sem noção, Deolinda.

Quantas vezes julgas alguém
por julgar ter mais do que tem
e não ter a noção de si?
Tu não tens a noção de ti.

Quantas vezes queres e não tens?
Tantas vezes tens e detens
a noção do que tens aí.
Tu não tens a noção de ti
e perdeste a noção de mim.

Tu não tens a noção do que tens,
de quem és,
de quem sou para ti.
Tu perdeste a noção
de quem
gosta de ti,
gosta de ti,
sem a noção,
do que o amor tem.

Tantas vezes penso que tens
a noção de eu ser desses bens
que detens só porque enfim...
Tu não tens a noção de mim.

Tantas vezes quis ter também
e aprendi não tendo ninguém
só meu que eu devolvi?
Tu não tens a noção de mim
e perdeste a noção de ti.

Tu não tens noção do que tens,
de quem és,
e tu perdeste a noção
de quem
gosta de ti,
gosta de ti,
sem a noção
do que o amor tem...
gosta de ti
sem a noção
do que o amor tem fim.

Ausência.

Eu tenho quase tudo que necessito: roupa leve no verão e quentinha no inverno, são tantas roupas que um armário não basta. Tenho também comida, carro, casa e um cachorro. Tenho amigos de infância e alguns novos. Não tantos que posso, mas o suficiente para rir e chorar.

Tenho família, trabalho, rotina, quilos para perder, exercício para fazer, viagens para descobrir o mundo. Eu tenho quase tudo que necessito: paz de espírito, alegrias e conquistas, tenho sonhos e almejo algum futuro. Tenho boa saúde e nenhuma dívida. Tenho alguma fé, ainda não a perdi. Eu só não tenho o seu amor. E sinceramente, apesar de quase tudo o que tenho bastar ainda falta seu amor. E eu não compreendo porque faz tanta falta e me entristece a sua ausência.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Uau.

Há tanto tempo que não escrevo que meu blog não me reconhece mais.
Acho que fiquei fora do ar por meses e, sinceramente, foi bom. Desisti da vida virtual de vez. Um saco ler emails, mensagens e postagens. Quero paz! E ela chegou no formato "desconectada." Fui, talvez de vez.